
Tão arrogantes: quem tem, afinal, o poder de salvar o outro de seus próprios abismos? — Caio Fernando Abreu

Não fomos felizes para sempre. Nem infelizes. Já a perdoei, já me perdoei. (…) Ficou ainda um buraco, um vácuo, solavanco na continuidade. Cartas, poemas. Vestígios, souvenirs. Palavras, nossa asa e arma. Às vezes mortífera, sabes? — Caio Fernando Abreu

